
Ao longo dos sete anos de gestão de Eduardo Leite, o governo retirou tudo o que foi possível dos policiais e bombeiros do Rio Grande do Sul:
- Retirou vantagens temporais;
- Suspendeu promoções para a reserva e até mesmo promoções regulares;
- Aumentou a contribuição previdenciária a um percentual que nenhum outro estado aplica;
- Criou um subsídio abaixo da média salarial da época, com o premeditado intuito de instituir uma parcela de irredutibilidade e, assim, congelar salários por anos;
- Deixou a categoria há cinco anos sem reposição da inflação e há dez anos sem reajuste real de salários.
Em troca, recebeu os melhores índices de segurança pública em décadas. Hoje, o estado figura entre os mais seguros do Brasil, fruto direto do trabalho dos policiais — resultado que o governo utiliza constantemente para ganho político.
E agora, como se não bastasse, tenta se eximir dos problemas pontuais ocorridos na Brigada Militar, problemas esses decorrentes do estresse e da pressão por indicadores, provocados pelo próprio governo.
VER MATÉRIA ZH : Leite vai cobrar nova postura da Brigada Militar
Na prática, Eduardo Leite busca resgatar a postura de gestores de 2002, que tratavam os brigadianos como verdadeiros “robocops”: apenas trabalho, sem custos, sem direitos e sem reconhecimento.

